19 de março - Dia de São José

São José, Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

JUVENTUDE

Em JESUS sou mais que vencedor.

JESUS, Caminho, Verdade e Vida!

Convertei-vos e crede no Evangelho. Mc. 1,15

Nossa Senhora Aparecida

Padroeira do Brasil!

FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Festa de São Sebastião em Comandatuba - Una/BA - 20.01


Dia 20 de janeiro foi dia de comemorar a Festa do Glorioso São Sebastião!
Devoção, fé e muita emoção nas homenagens para o padroeiro da do Distrito de  Comandatuba – Una/BA.

Devotos, moradores e turistas se reuniram na capelinha do distrito de Comandatuba – Una/BA para participar da novena e festa do Glorioso São Sebastião, que teve como tema: A Espiritualidade Cristã na Família. A noventa em preparação a festa iniciou no dia 11 de janeiro e seguiu até o dia 19. No dia 20 aconteceu a grande festa com a presença do Padre Gilvan Oliveira (Paróquia de São José), Padre Acássio (Paróquia de Santa Inês), Padre Martins (Paróquia do Senhor do Bomfim) e Padre Valdo (Arquidiocese de Vitória da Conquista), que celebraram a missa solene às nove horas. Ao final os presentes saíram em caminhada pelas principais ruas do distrito em homenagem ao santo protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra.















terça-feira, 20 de janeiro de 2015

São Sebastião, defensor da Igreja

São SebastiãoO santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-sebastiao-defensor-da-igreja/

Ao falar de contracepção, Papa defende paternidade responsável


Cristãos não precisam ter filhos em série, disse o Papa, ressaltando que o que a Igreja defende é uma paternidade responsável
 
Da Redação, com Boletim da Santa Sé
Francisco explica aos jornalistas posição da Igreja sobre contracepção / Foto: Arquivo-L'Osservatore Romano

Francisco explica aos jornalistas posição da Igreja sobre contracepção / Foto: Arquivo-L’Osservatore Romano
A contracepção foi um dos temas que os jornalistas abordaram com o Papa Francisco na coletiva que aconteceu no voo de Manila para a Roma nesta segunda-feira, 19. A resposta do Santo Padre reiterou o que a Igreja defende: uma paternidade responsável, de forma que os cristãos não precisam ser como coelhos, tendo filhos em série.
O Santo Padre contou que, há alguns meses, repreendeu uma mulher que estava grávida do oitavo filho, após sete cesáreas. “Esta é uma irresponsabilidade. ‘Não, eu confio em Deus’. ‘Mas, veja, Deus te dá os meios, seja responsável’. Alguns acreditam que – desculpem a palavra – para ser bons católicos devemos ser como coelhos. Não. Paternidade Responsável”.

A abordagem feita ao Papa foi ligando a contracepção ao mito de que os cristãos devem ter muitos filhos.  Francisco recordou que a Igreja sempre promoveu o princípio da paternidade e maternidade responsáveis, contido na encíclica Humanae vitae, de Paulo VI.
Ele lembrou que a abertura à vida é condição do Sacramento do matrimônio. Recordou também que Paulo VI estudou essa questão da abertura à vida com uma comissão, como fazer para ajudar tantos casos, tantos problemas. Mas Paulo VI não se deteve apenas aos problemas pessoais.
“Ele olhava para o neo-malthusianismo universal que estava em andamento (…) E como se chama este novo malthusianismo? É o menos de 1% do nível dos nascimentos na Itália, o mesmo na Espanha. Aquele neo-malthusianismo que procurava um controle da humanidade pelas potências. Isso não significa que o cristão deve fazer filhos em série”.
O Santo Padre acredita que três filhos é um número bom para a família a fim de manter a população, pois menos que isso ocasiona o outro extremo, que tem a Itália como exemplo: diz-se que em 2024 não haverá dinheiro para pagar os aposentados do país. Novamente, a palavra-chave é “paternidade responsável”, que se faz com diálogo.
Francisco destacou como curiosidade o outro aspecto dessa questão: o fato de que, para os mais pobres, um filho é um tesouro e Deus sabe como ajudá-los. “Talvez alguns não são prudentes nisso, é verdade. Paternidade responsável. Mas é preciso olhar também para a generosidade daquele pai e daquela mãe que veem em cada filho um tesouro”.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/ao-falar-de-contracepcao-papa-defende-paternidade-responsavel/

Papa reúne quase 7 milhões de fiéis em Manila


“A família deve ser protegida contra ataques insidiosos e programas contrários à verdade”, pediu o papa Francisco durante missa de encerramento de sua visita pastoral às Filipinas. A concentração ocorreu no Rizal Park, em Manila, no domingo, 18.
De acordo com dados da organização, a cerimônia reuniu o maior número de participantes da história, desde a visita de São João Paulo II, em 1995, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Quase 7 milhões de peregrinos participaram da missa campal. 
Em sua homilia, Francisco pediu a multidão de fiéis que sejam promotores do Evangelho no país e na Ásia, “para que a beleza do mundo criado por Deus não seja marcada por injustiças, corrupção e abusos”.
Dois jovens, uma menina e um menino, saudaram o papa com mensagem. No momento em que lia o texto, a jovem ficou emocionado e não conteve as lágrimas. Francisco abraçou a menina e agradeceu pelo seu testemunho. Deixando de lado o discurso que tinha preparado, o papa justificou: “A realidade que vocês apresentaram é superior a todas as respostas que eu tinha preparado”
Agradecimentos
Durante cerimônia de despedida oficial na Base Aérea de Villamor, o cardeal Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, acompanhou o papa Francisco durante toda a viagem, agradeceu a visita pastoral do pontífice.
"Os meninos da rua, os órfãos, os sem-teto, os empregados, os agricultores, os pescadores, os doentes, os idosos esquecidos, as famílias de pessoas desaparecidas, todos lhe querem dizer ‘obrigado Santo Padre!’, disse o cardeal.
O cardeal Tagle também expressou o reconhecimento dos trabalhadores filipinos, os sobreviventes de desastres, daqueles que não são católicos e de todos os promotores de paz que foram tocados pela visita.
O papa embarcou para Roma no início da manhã de hoje, 19. Deve chegar ao Vaticano por volta das 14h40 (horário de Brasília). Nesta semana, Francisco prosseguirá com atividades previstas. Na quarta-feira, 21, participa da audiência geral. 
Leia a íntegra da homilia do papa Francisco:
«Um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado» (Is 9, 5).
Sinto uma alegria particular por celebrar convosco o domingo do «Santo Niño». A imagem do Santo Menino Jesus acompanhou a difusão do Evangelho neste país desde o início. Vestido com os trajes reais, coroado e ornado com o ceptro, o globo e a cruz, recorda-nos continuamente a ligação entre o Reino de Deus e o mistério da infância espiritual. Disto mesmo nos fala Ele no Evangelho de hoje: «Quem não receber o Reino de Deus como um pequenino, não entrará nele» (Mc 10, 15). O «Santo Niño» continua a anunciar-nos que a luz da graça de Deus brilhou sobre um mundo que habitava nas trevas, trazendo a Boa-Nova da nossa libertação da escravidão e guiando-nos pela senda da paz, do direito e da justiça. Além disso, recorda-nos que fomos chamados para espalhar o Reino de Cristo no mundo.
Ao longo da minha visita, ouvi-vos cantar: «Somos todos filhos de Deus». Isto é o que o «Santo Niño» nos vem dizer. Recorda-nos a nossa identidade mais profunda. Todos nós somos filhos de Deus, membros da família de Deus. São Paulo disse-nos hoje que, em Cristo, nos tornamos filhos adotivos de Deus, irmãos e irmãs em Cristo. Isto é o que nós somos. Esta é a nossa identidade. Vimos uma belíssima expressão disto, quando os filipinos se uniram em torno dos nossos irmãos e irmãs atingidos pelo tufão.
O Apóstolo diz-nos que fomos abundantemente abençoados porque Deus nos escolheu: «no alto do Céu [Ele] nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo» (Ef 1, 3). Estas palavras têm uma ressonância especial nas Filipinas, porque é o maior país católico na Ásia. E isto é já um dom especial de Deus, uma bênção; mas é também uma vocação: os filipinos estão chamados a ser exímios missionários da fé na Ásia.
Deus escolheu-nos e abençoou-nos com uma finalidade: ser santos e irrepreensíveis na sua presença (cf. Ef 1, 4). Escolheu cada um de nós para ser testemunha, neste mundo, da sua verdade e da sua justiça. Criou o mundo como um jardim esplêndido e pediu-nos para cuidar dele. Todavia, com o pecado, o homem desfigurou aquela beleza natural; pelo pecado, o homem destruiu também a unidade e a beleza da nossa família humana, criando estruturas sociais que perpetuam a pobreza, a ignorância e a corrupção.
Às vezes, vendo os problemas, as dificuldades e as injustiças, somos tentados a desistir. Quase parece que as promessas do Evangelho não são realizáveis, são irreais. Mas a Bíblia diz-nos que a grande ameaça ao plano de Deus a nosso respeito é, e sempre foi, a mentira. O diabo é o pai da mentira. Muitas vezes, ele esconde as suas insídias por detrás da aparência da sofisticação, do fascínio de ser «moderno», de ser «como todos os outros». Distrai-nos com a miragem de prazeres efémeros e passatempos superficiais. Desta forma, desperdiçamos os dons recebidos de Deus, entretendo-nos com apetrechos fúteis; gastamos o nosso dinheiro em jogos de azar e na bebida; fechamo-nos em nós mesmos. Esquecemos de nos centrar nas coisas que realmente contam. Esquecemo-nos de permanecer interiormente como crianças. Na realidade, estas – como nos ensina o Senhor – têm uma sabedoria própria, que não é a sabedoria do mundo. É por isso que a mensagem do «Santo Niño» é tão importante. Fala profundamente a cada um de nós; recorda-nos a nossa identidade mais profunda, aquilo que somos chamados a ser como família de Deus.
O «Santo Niño» recorda-nos também que esta identidade deve ser protegida. Cristo Menino é o protetor deste grande país. Quando Ele veio ao nosso mundo, a sua própria vida esteve ameaçada por um rei corrupto. O próprio Jesus viu-Se na necessidade de ser protegido. Ele teve um protector na terra: São José. Teve uma família aqui na terra: a Sagrada Família de Nazaré. Desta forma, recorda-nos a importância de proteger as nossas famílias e a família mais ampla que é a Igreja, a família de Deus, e o mundo, a nossa família humana. Hoje, infelizmente, a família tem necessidade de ser protegida de ataques insidiosos e programas contrários a tudo o que nós consideramos de mais verdadeiro e sagrado, tudo o que há de mais nobre e belo na nossa cultura.
No Evangelho, Jesus acolhe as crianças, abraça-as e abençoa-as. Também nós temos o dever de proteger, guiar e encorajar os nossos jovens, ajudando-os a construir uma sociedade digna do seu grande patrimônio espiritual e cultural. Especificamente, temos necessidade de ver cada criança como um dom que deve ser acolhido, amado e protegido. E devemos cuidar dos jovens, não permitindo que lhes seja roubada a esperança e sejam condenados a viver pela estrada.
Uma criança frágil trouxe ao mundo a bondade de Deus, a misericórdia e a justiça. Resistiu à desonestidade e à corrupção, que são a herança do pecado, e triunfou sobre elas com o poder da cruz. Agora, no final da minha visita às Filipinas, entrego-vos a Jesus que veio estar entre nós como criança. Que Ele torne todo o amado povo deste país capaz de trabalhar unido, de se proteger mutuamente a começar pelas vossas famílias e comunidades, na construção dum mundo de justiça, integridade e paz. O «Santo Niño» continue a abençoar as Filipinas e a sustentar os cristãos desta grande nação na sua vocação de ser testemunhas e missionários da alegria do Evangelho, na Ásia e no mundo inteiro.
Por favor, rezai por mim. Deus vos abençoe a todos!
PAPA FRANCISCO
CNBB com informações e fotos da Rádio Vaticano.

Fonte:http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/15701-papa-reune-quase-7-milhoes-de-fieis-em-manila

Campanha da Fraternidade 2015 será lançada no próximo mês


Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
A Campanha da Fraternidade 2015 será oficialmente lançada no dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, às 10h30, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. 
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a CF 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
Materiais de apoio
O texto-base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete sobre a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Para auxiliar na vivência e divulgação da Campanha nas dioceses, paróquias e comunidades, a Comissão Executiva da CF 2015 disponibiliza materiais para serem baixados, entre eles o cartaz, textos formativos, hino e partitura, oração e apresentações. Confira aqui.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/15705-campanha-da-fraternidade-2015-sera-lancada-no-proximo-mes

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Um cristão deve consultar horóscopo?

O diabo não busca outra coisa senão fechar e obstruir a estrada de nosso retorno a Deus
A astrologia pretende definir a vida humana a partir da posição ocupada pelos astros no dia do nascimento da pessoa. A astrologia e o horóscopo são cultivados desde remotas épocas antes de Cristo, ou seja, desde a civilização dos caldeus da Mesopotâmia, por volta de 2500 a.C.. Nessa época, os estudiosos pouco sabiam a respeito do sistema solar e dos astros em geral.

HORÓSCOPO
Segundo o grande mestre D. Estevão Bettencourt, tal “ciência” é falsa por diversos motivos:
1 – Baseia-se na cosmologia geocêntrica de Ptolomeu; conta sete planetas apenas, entre os quais é enumerado o Sol;
2 – A existência das casas do horóscopo ou dos compartimentos do zodíaco é algo de totalmente arbitrário e irreal;
3 – Os astros existentes no cosmo são quase inumeráveis; conhece-se interferências deles no espaço que outrora se ignorava. É notório também o fato de que os astros modificam incessantemente a sua posição no espaço. Por que então a astrologia leva em conta a influência de uma constelação apenas?;
4 – A astrologia incute uma mentalidade fatalista e alienante, que deve ser combatida, pois não corresponde aos genuínos conceitos de Deus e do homem. Registram-se erros flagrantes de astrólogos. (Revista PR, Nº 266 – Ano 1983 – Pág. 49).
Uma pesquisa realizada nos EUA mostra que seguir os horóscopos “pode fazer mal à saúde mental”. O estudo foi publicado na revista “Journal of Consumer Research” e descobriu que pessoas que leem o horóscopo diariamente são mais propensas a um comportamento impulsivo ou a serem mais tolerantes com seus “desvios” quando a previsão do zodíaco é negativa. Cientistas das universidades Johns Hopkins e da Carolina do Norte recrutaram 188 indivíduos, que leram um horóscopo desfavorável. Os resultados mostraram que para as pessoas que acreditam que podem mudar o seu destino, um horóscopo desfavorável aumentou a probabilidade de elas caírem em alguma “tentação”. “Acreditava-se que, para uma pessoa que julga poder mudar o seu destino, o horóscopo deveria fazê-la tentar modificar alguma coisa em seu futuro”, disseram os autores da pesquisa. No entanto, viu-se o oposto: aqueles que acreditam no horóscopo, quando veem que a previsão é negativa, acabam cedendo às suas “tentações”, levando-os a um comportamento impulsivo e, eventualmente, irresponsável.
“Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/horoscopo-faz-mal-saude-mental-11063132)
Uma prova do erro da astrologia é a desigualdade de sortes de crianças nascidas no mesmo lugar e no mesmo instante, até mesmo dos gêmeos. Veja por exemplo caso de Esau e Jacó (Gen 25). Se os astros regem a vida dos homens, como não a regem uniformemente nos casos citados? Quem conhece os gêmeos sabem muito bem disso.
Santo Agostinho, já no século IV, combatia veementemente as superstições e a astrologia. No seu livro ‘A doutrina cristã’ escreve: “Todo homem livre vai consultar os tais astrólogos, paga-lhes para sair escravo de Marte, de Vênus ou quiçá de outros astros”.
Querer predizer os costumes, os atos e os eventos baseando-se sobre esse tipo de observação, é grande erro e desvario. O cristão deve repudiar e fugir completamente das artes dessa superstição malsã e nociva, baseada sobre maléfico acordo entre homens e demônios. Essas artes não são notoriamente instituídas para o amor de Deus e do próximo; fundamentam-se no desejo privado dos bens temporais e arruínam assim o coração.
Em doutrinas desse gênero, portanto, deve-se temer e evitar a sociedade com os demônios que, juntamente com seu príncipe, o diabo, não buscam outra coisa senão fechar e obstruir a estrada de nosso retorno a Deus.”
“Os astrólogos dizem: a causa inevitável do pecado vem do céu; Saturno e Marte são os responsáveis. Assim isentam o homem de toda falta e atribuem as culpas ao Criador, àquele que rege os céus e os astros” (Confissões, I, IV, c. 3).
“Um astrólogo não pode ter o privilégio de se enganar sempre”, dizia o sarcástico Voltaire.
“O interesse pelo horóscopo como também por Tarô, I Ching, Numerologia, Cabala, jogo de búzios, cartas etc. é alimentado por mentalidade que se pode dizer “mágica”. Quem se entrega à prática de tais processos de adivinhação, de certo modo, acredita estar subordinado a forças cegas e misteriosas; o cliente de tais instâncias se amedronta e dobra diante de poderes fictícios – o que não é cristão.” (D. Estevão)
São Tomás de Aquino, em sua obra “Exposição do Credo”, afirma que o demônio quer ser adorado, por isso se esconde atrás dos ídolos. E São Paulo diz que “as coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam aos demônios e não a Deus” (1 Cor 10,21). Então, é preciso cuidado para não prestar um culto que não seja a Deus.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/igreja/catequese/um-cristao-deve-consultar-horoscopo/

Um 2015 feliz para nós!

A Palavra meditada hoje está em São Lucas 17,11-19:
Sorrindo pra Vida - 01 - 600x350
“Muitos podem pensar que não têm nada a agradecer, mas seja grato a Deus pelo dom da vida, por sua família, por sua saúde” – afirma padre Arlon
No tempo de Jesus, os leprosos eram considerados impuros e, por essa razão, não tinham proximidade com as demais pessoas. Os judeus acreditam que ao tocar uma pessoa impura, aquele que é puro se torna impuro.
Para receberem a cura, aqueles homens fizeram o impossível, pois, contrariando o que não podiam fazer, foram ao encontro de Jesus e gritaram, pediam que Ele tivesse misericórdia. Quantas vezes nós não clamamos a Deus como esses homens, não somente um grito sonoro, mas o grito de uma lágrima.
O Senhor nos chama ao arrependimento de nossos pecados. Olhemos para traz e nos arrependamos daquilo que ofendeu o coração de Deus. Se não fomos bons pais, que em 2015 seja diferente para nós. Não fomos um bom esposo ou esposa, que no próximo ano demos nosso melhor para ser um ano feliz.
Quais são nossos planos para 2015? Muitos pensam que este ano foi difícil e se privam de sonhar. Se ainda não vivemos a experiência do toque de Deus, hoje é o dia de nos encontrarmos com Ele e não O deixarmos mais.
Arrependamo-nos de nossos erros. É Cristo quem toca o impuro e o transforma em puro. É tempo de irmos ao encontro das pessoas para resgatá-las. Se neste ano ainda não demonstramos o quanto amamos as pessoas, agora é o tempo. Não basta amar, é preciso que as pessoas sintam que são amadas; também não basta perdoar, as pessoas precisam sentir que foram perdoados. Como é bom ouvir das pessoas que somos importantes para elas! Não basta apenas receber amor, é preciso dar amor.
Dos dez leprosos, apenas um voltou para agradecer. Próximos de um novo ano, é tempo de agradecermos ao Senhor. Passamos todo o ano de 2014 pedindo, mas viremos o ano agradecendo a Deus por tudo o que Ele nos fez.
Como é bom virarmos o ano com o louvor em nossos lábios! Muitos podem pensar que não tem nada a agradecer”, mas agradeça a Deus pelo dom da vida, por sua família, por sua saúde.
Quando agradecemos, temos a oportunidade de ser feliz pelo simples fato de nos reconhecermos filhos de Deus. Vivemos grandes desafios! Agradeçamos ao Senhor até mesmo pelas dificuldades que vivemos ao longo deste ano. Rendamos louvores pela vida de cada sócio evangelizador, colaborador e missionários, que lutam pela mesma causa.
Comecemos o ano de 2015 com o Senhor! Exultemos de alegria, pois Ele visita o nosso coração. Se estivermos passando pela cruz, acreditemos que no fim teremos a alegria. Não há ressurreição sem cruz. A alegria da ressurreição valerá à pena. Um 2015 feliz a cada um de nós!
Padre Arlon
Sacerdote da Comunidade Canção Nova
 Transcrição e Adaptação: Ariele Silva

Fonte: http://clube.cancaonova.com/sorrindo-para-a-vida/um-2015-feliz-para-nos/

Divulgada mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2015


O Vaticano divulgou hoje, 30 de dezembro, a mensagem do papa Francisco para o 23º Dia Mundial do Doente. Instituído pelo papa João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente é celebrado em 11 de fevereiro, festividade da Virgem de Lourdes. Leia, na íntegra, o texto:
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
 PARA O XXIII DIA MUNDIAL DO DOENTE 
(11 DE FEVEREIRO DE 2015)
«Sapientia cordis. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Jó 29, 15)»

Queridos irmãos e irmãs,

Por ocasião do XXIII Dia Mundial do Doente, instituído por São João Paulo II, dirijo-me a todos vós que carregais o peso da doença, encontrando-vos de várias maneiras unidos à carne de Cristo sofredor, bem como a vós, profissionais e voluntários no campo da saúde.
O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração.
1. Esta sabedoria não é um conhecimento teórico, abstrato, fruto de raciocínios; antes, como a descreve São Tiago na sua Carta, é «pura (…), pacífica, indulgente, dócil, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem hipocrisia» (3, 17). Trata-se, por conseguinte, de uma disposição infundida pelo Espírito Santo na mente e no coração de quem sabe abrir-se ao sofrimento dos irmãos e neles reconhece a imagem de Deus. Por isso, façamos nossa esta invocação do Salmo: «Ensina-nos a contar assim os nossos dias, / para podermos chegar à sabedoria do coração» (Sal 90/89, 12). Nesta sapientia cordis, que é dom de Deus, podemos resumir os frutos do Dia Mundial do Doente. 
2. Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras «eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo», evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo, que goza de uma certa autoridade e ocupa um lugar de destaque entre os anciãos da cidade. A sua estatura moral manifesta-se no serviço ao pobre que pede ajuda, bem como no cuidado do órfão e da viúva (cf. 29, 12-13).
Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser «os olhos do cego» e «os pés para o coxo»! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja.
3. Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que «não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão» (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: «Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 27).
Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados. E, ao invés, que grande mentira se esconde por trás de certas expressões que insistem muito sobre a «qualidade da vida» para fazer crer que as vidas gravemente afectadas pela doença não mereceriam ser vividas!
4. Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesi do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro. No fundo, por detrás desta atitude, há muitas vezes uma fé morna, que esqueceu a palavra do Senhor que diz: «a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).
Por isso, gostaria de recordar uma vez mais a «absoluta prioridade da “saída de si próprio para o irmão”, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 179). É da própria natureza missionária da Igreja que brotam «a caridade efectiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove» (Ibid., 179).
5. Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado.
A experiência de Jó só encontra a sua resposta autêntica na Cruz de Jesus, ato supremo de solidariedade de Deus para conosco, totalmente gratuito, totalmente misericordioso. E esta resposta de amor ao drama do sofrimento humano, especialmente do sofrimento inocente, permanece para sempre gravada no corpo de Cristo ressuscitado, naquelas suas chagas gloriosas que são escândalo para a fé, mas também verificação da fé (cf. Homilia na canonização de João XXIII e João Paulo II, 27 de Abril de 2014).
Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis. Por isso se compreende como Jó, no fim da sua experiência, pôde afirmar dirigindo-se a Deus: «Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas agora vêem-Te os meus próprios olhos» (42, 5). Também as pessoas imersas no mistério do sofrimento e da dor, se acolhido na fé, podem tornar-se testemunhas vivas duma fé que permite abraçar o próprio sofrimento, ainda que o homem não seja capaz, pela própria inteligência, de o compreender até ao fundo.
6. Confio este Dia Mundial do Doente à protecção materna de Maria, que acolheu no ventre e gerou a Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, nosso Senhor.
Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração.
Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, 3 de Dezembro – Memória de São Francisco Xavier – do ano 2014.

Franciscus

fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/15583-divulgada-mensagem-para-o-dia-mundial-do-doente-2015

Batizados - 28.12



No domingo do dia 28.12 a Pastoral do Batismo realizou diversos batizados na Paróquia de São José (UNA/BA). De acordo com o Padre Gilvan Oliveira o Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta de entrada para a vida na comunidade e o acesso aos demais sacramentos. Pelo batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornando-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e Participantes de sua missão.




















Missa de Natal - 24.12



A festa do Natal existe porque alguém muito importante nasceu. No dia 24.12 o mundo cristão rendeu homenagens ao Salvador. A Igreja Católica mantém neste dia um dos rituais mais tradicionais de sua programação religiosa. Trata-se da Missa do Galo, que recebeu esta denominação porque realizava-se sempre à meia-noite, horário em que o galo anuncia a chegada de um novo dia.
A chegada do Natal na Paróquia de São José (Una/BA) foi celebrada na noite de quarta-feira (24) às 20hrs com a Missa da Vigília de Natal, conhecida tradicionalmente como Missa do Galo. “A celebração significa o despertar da fé e do novo tempo”.