19 de março - Dia de São José

São José, Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

PAPA FRANCISCO

Igreja Católica.

JESUS, Caminho, Verdade e Vida!

Convertei-vos e crede no Evangelho. Mc. 1,15

Nossa Senhora Aparecida

Padroeira do Brasil!

FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

Vacinação contra a gripe começou ontem em postos de saúde

Cerca de 65 mil postos de saúde em todo o país iniciaram, na última segunda-feira, 4, a Campanha de Vacinação contra a Gripe. Serão disponibilizados 54 milhões de doses para a imunização de 49,7 milhões de pessoas. A meta do Governo é vacinar 80% do público-alvo, totalizando 39,7 milhões de pessoas.
Devem ser vacinadas crianças maiores de 6 meses e menores de 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), presos e funcionários do sistema prisional. É importante levar aos postos de saúde o cartão de vacinação e um documento de identificação.
vacina-gripe1Também serão imunizadas pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com condições clínicas especiais. Neste caso, é preciso levar também uma prescrição médica especificando o motivo da indicação da dose.
Pacientes que participam de programas de controle de doenças crônicas no Sistema Único de Saúde devem se dirigir aos postos onde estão cadastrados para receber a dose, sem necessidade da prescrição médica.
No sábado, 9, será feito o Dia D de mobilização nacional. Os postos ficarão abertos para facilitar o acesso dos que não conseguem ir às unidades em dias de semana. A campanha de vacinação contra a gripe termina no dia 22 de maio.
O Ministério da Saúde destaca que a vacina é segura e consiste em uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe. Segundo a pasta, estudos demonstram que a imunização pode reduzir entre 32% e 45% o número de pessoas, com pneumonias, que buscam atendimento em hospitais e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o Governo ressaltou que é fundamental realizar a imunização no período da campanha para garantir a proteção antes do início do inverno.
A transmissão dos vírus influenza ocorre por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, ao tossir ou ao espirrar. A doença também pode ser transmitida pelas mãos e objetos contaminados.
Os sintomas da gripe incluem febre, tosse ou dor na garganta, além de dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por sintomas como falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.
Por Agência Brasil

Fonte: http://noticiascatolicas.com.br/vacinacao-contra-a-gripe-comecou-hoje-em-postos-de-saude.html

Como devo me vestir para ir à missa?


A sociedade está se tornando cada vez mais “casual”. Já vi pessoas irem à farmácia de pijama e chinelo de quarto. Já fui a concertos de música clássica nos quais havia pessoas de camiseta, jeans e chinelo. Inclusive os casamentos e funerais têm sido cada vez mais casuais.
topicIsso chega a ser incômodo, porque a forma como nos vestimos é sinal de quanto respeito temos por nós mesmos e pelos outros. Se não nos vestimos bem por alguém ou por alguma coisa, é um sinal de que não os respeitamos.
Vestir-se bem é um pequeno sacrifício
Parecer elegantes requer um esforço. Usar um vestido bem passado, ou uma camisa social ao invés de uma camiseta, é algo que exige tempo. Fazer a barba implica um pouco de esforço, bem como arrumar o cabelo. São precisamente estes pequenos sacrifícios de tempo e esforço, no entanto, que mostram aos outros que são dignos aos nossos olhos.
Vista-se bem para ir à missa
Mesmo que você ache que não vale a pena se vestir bem para as atividades cotidianas, há um lugar e um momento em que realmente é preciso levar este tema a sério. Sempre. Estamos falando da santa missa.
Jesus, o Rei dos Reis, está na sua paróquia. Os anjos tremem diante dele, os demônios fogem dele. E Ele se faz presente no altar em cada missa. Você realmente quer estar com ele usando bermuda e chinelo? Quer mesmo dizer a Jesus que não vale a pena vestir-se bem por Ele?
Como sociedade, temos dificuldade de entender isso. Temos um ponto de vista deformado sobre a igualdade, segundo o qual ninguém, independentemente de quem for, merece honra e respeito. Isso é simplesmente um erro. São Paulo diz que é preciso honrar quem o merece; se há alguém que merece honra, esse alguém é Jesus Cristo.
Eu sei. Quase ninguém dá importância a isso. A missa na sua paróquia talvez não seja muito reverente, mas isso não é desculpa.
O legalismo não é a resposta
Acho que todo mundo deveria se vestir bem na missa, mas não se trata de prescrever exatamente o que é preciso vestir. Não é minha tarefa recomendar uma camisa social ou um vestido, uma cor específica de calca ou certo tipo de sapatos. Mas sugiro três normas básicas:
1. O que você veste precisa exigir esforço
Quando você for decidir o que vestir para ir à missa, não procure somente o mais confortável ou cômodo; tente estar um pouco incômodo, se preciso. Faça um esforço e um pequeno sacrifício para demonstrar seu amor e respeito.
2. O que você veste deveria estar acima do “casual”
Cada um mora em um lugar, e nossa cultura tem muito a ver com o que representa certa forma de se vestir. Mas, independentemente de onde vivamos, deveríamos ter “roupas de domingo”, mais bonitas que as que usamos todos os dias. Se, para ir à missa, você veste a mesma roupa que veste para assistir à televisão, então tem problemas.
3. Faça isso por amor
O mais importante é que nossa motivação precisa estar no amor. No momento em que fazemos as coisas por outras razões, estamos perdendo o tempo.
Já vi muita gente dizer: “Mas Deus vê o coração, sabe que eu o amo, ainda que não me vista bem”. Isso é um erro. O amor se manifesta externamente com atos de doação de si mesmo.
O amor não é só um sentimento, mas uma escolha de sacrificar-se ou sacrificar algo a que se dá valor, por outra pessoa. Vestir-se bem é um pequeno sacrifício; quanto menos vontade você tiver, mais valioso será seu sacrifício diante de Deus.
Ainda que lhe digam que não vale a pena vestir-se bem por nada, um autêntico católico não pensa assim. Precisamos mostrar respeito a nós mesmos e aos outros, fazendo um esforço. Deus merece tal esforço, você não acha?
Por Sam Guzman via Aleteia
Fonte: http://noticiascatolicas.com.br/como-devo-me-vestir-para-ir-a-missa.html

Conselho Paroquial de Pastoral realiza reunião

No dia 05 de maio de 2015, aconteceu a reunião do Conselho Paroquial de Pastoral, com a presença do pároco Padre Gilvan Oliveira.

A reunião iniciou com um momento de oração e reflexão da Palavra de Deus, na qual o Padre Gilvan conduziu os coordenadores de cada pastoral paroquial a colocar os seus trabalhos paroquiais nas mãos de Deus, a fim de realizarem um trabalho florido e fecundo. Após o Padre Gilvan abordou a Festa de Pentecostes, Corpus Christi  e cada coordenador apresentou um relatório de atividades realizadas desde a última reunião do conselho.





domingo, 26 de abril de 2015

Pastoral da Criança realiza retiro espiritual no espaço do Abrigo



No domingo, dia 26.04, aconteceu na Matriz de São José (Una/BA), na capela do Abrigo Frei Silvério, o retiro da Pastoral da Criança. O evento iniciou com a participação na missa, às 7h, depois os líderes da pastoral seguirão para o Abrigo que juntos tomarão café. Após, Maria Dapaz realizou a pregação do retiro que se desenvolveu, até às 14h.
A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da  Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o "desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político" (artigo 2º do estatuto da pastoral).
A pastoral tem como missão promover o desenvolvimento das crianças, do ventre materno aos 6 anos, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida.
Fundada, em 1983, na cidade de Florestópolis, Paraná, pela médica sanitarista e pediatra, Zilda Arns Neumann, e pelo então arcebispo de Londrina, hoje cardeal emérito, dom Geraldo Majella Agnelo. A Pastoral da Criança, hoje, se faz presente em todos os estados brasileiros e em outros 21 países da África, Ásia, América Latina e Caribe.


Fotos: José Santana













Pastoral do Batismo - 26.04



A boa notícia que a Palavra de Deus nos oferece neste domingo (26.04), o quarto domingo da Páscoa, é a certeza da ação do ‘bom pastor’ dentro da nossa vida. As sagradas escrituras reservadas para hoje são Atos dos Apóstolos 4 (Primeira Leitura), 1ª Carta de João 3 (Segunda Leitura) e João 10 (Evangelho).
Neste dia a Pastoral do Batismo organizou a celebração eucarística das 07 horas. Simbolicamente participou da procissão de entrada o Bom Pastor e ao final da celebração o Padre Gilvan Oliveira foi homenageado, lembrando sua missão de pastor na comunidade católica de Una/BA.
Após a celebração a Pastoral do Batismo e o Padre Gilvan realizaram um batizado. Parabéns.
O Batismo é o sacramento da iniciação cristã. O batismo, necessário para a salvação, é sinal e instrumento do amor da parte de Deus, que nos liberta do pecado original e comunica a participação na vida divina: por si, o dom destes bens às crianças não deve ser adiado.
























É necessário seguir o Bom Pastor, diz Papa Francisco


O Papa adverte que somente contemplar e agradecer não basta, é necessário seguir o Bom Pastor, especialmente aqueles que têm a missão de guia na Igreja

Neste IV Domingo de Páscoa, 26, após ordenar 19 sacerdotes na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento Pontifício para recitar a Oração do Regina Coeli, na presença de milhares de peregrinos.
Em sua reflexão, que precede a oração, o Santo Padre falou de Jesus como o Bom Pastor, como recorda a liturgia deste domingo. “Cristo é pastor verdadeiro, pois ao oferecer livremente a própria vida, realiza o modelo mais alto de amor pelo rebanho”.
Em contraposição ao verdadeiro, Francisco explica que o falso pastor pensa em si mesmo e explora as ovelhas. O bom pastor, pelo contrário, pensa nas ovelhas e doa a si mesmo.
“Diferentemente do mercenário, Cristo pastor é um guia atento que participa da vida de seu rebanho, não busca outro interesse, não tem outra ambição do que guiar, nutrir, proteger as suas ovelhas. E tudo isto ao preço mais alto, o do sacrifício de sua própria vida”.
O Papa explicou, que na figura de Jesus, pode-se contemplar a Providência de Deus, a sua solicitude paterna por cada um.
“É realmente um amor surpreendente e misterioso, porque dando-nos Jesus como Pastor que dá a vida por nós, o Pai nos deu tudo aquilo que de maior e precioso poderia nos dar. É o amor mais alto e mais puro, porque não é motivado por nenhuma necessidade, não é condicionado por nenhum cálculo, não é motivado por nenhum interessado desejo de troca. Diante deste amor de Deus, nós experimentamos uma alegria imensa e nos abrimos ao reconhecimento por aquilo que recebemos gratuitamente”.

Bom Pastor
Francisco adverte que somente contemplar e agradecer não basta, é necessário seguir o Bom Pastor, especialmente aqueles que têm a missão de guia na Igreja, como sacerdotes, Bispos e Papas.
“São chamados a assumir, não a mentalidade do administrador, mas a de servo, à imitação de Jesus que, despojando-se de si mesmo, nos salvou com a sua misericórdia. A este estilo pastoral, de Bom Pastor, são chamados também os novos sacerdotes da Diocese de Roma, que tive a alegria de ordenar esta manhã na Basílica de São Pedro”.
O Santo Padre conclui, pedindo a Maria Santíssima que conceda para ele, para os bispos e para os sacerdotes de todo o mundo a graça de servir o povo santo de Deus, mediante a gloriosa pregação do Evangelho, a celebração dos Sacramentos e a paciente e humilde guia pastoral.

CNBB divulga nota sobre o momento nacional


Os bispos reunidos na 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), avaliaram a realidade brasileira, “marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País”. Leia, na íntegra, a nota:
 Nota da CNBB sobre o momento nacional

“Entre vós não deve ser assim” (Mc 10,43).

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015, avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País. Desta avaliação nasce nossa palavra de pastores convictos de que “ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).
O momento não é de acirrar ânimos, nem de assumir posições revanchistas ou de ódio que desconsiderem a política como defesa e promoção do bem comum. Os três poderes da República, com a autonomia que lhes é própria, têm o dever irrenunciável do diálogo aberto, franco, verdadeiro, na busca de uma solução que devolva aos brasileiros a certeza de superação da crise.
A retomada de crescimento do País, uma das condições para vencer a crise, precisa ser feita sem trazer prejuízo à população, aos trabalhadores e, principalmente, aos mais pobres. Projetos, como os que são implantados na Amazônia, afrontam sua população, por não ouvi-la e por favorecer o desmatamento e a degradação do meio ambiente.
A lei que permite a terceirização do trabalho, em tramitação no Congresso Nacional, não pode, em hipótese alguma, restringir os direitos dos trabalhadores. É inadmissível que a preservação dos direitos sociais venha a ser sacrificada para justificar a superação da crise.
A corrupção, praga da sociedade e pecado grave que brada aos céus (cf. Papa Francisco – O Rosto da Misericórdia, n. 19), está presente tanto em órgãos públicos quanto em instituições da sociedade. Combatê-la, de modo eficaz, com a consequente punição de corrompidos e corruptores, é dever do Estado. É imperativo recuperar uma cultura que prima pelos valores da honestidade e da retidão.  Só assim se restaurará a justiça e se plantará, novamente, no coração do povo, a esperança de novos tempos, calcados na ética.
A credibilidade política, perdida por causa da corrupção e da prática interesseira com que grande parte dos políticos exerce seu mandato, não pode ser recuperada ao preço da aprovação de leis que retiram direitos dos mais vulneráveis. Lamentamos que no Congresso se formem bancadas que reforçem o corporativismo para defender interesses de segmentos que se opõem aos direitos e conquistas sociais já adquiridos pelos mais pobres.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/2000, por exemplo, é uma afronta à luta histórica dos povos indígenas que até hoje não receberam reparação das injustiças que sofreram desde a colonização do Brasil. Se o prazo estabelecido pela Constituição de 1988 tivesse sido cumprido pelo Governo Federal, todas as terras indígenas já teriam sido reconhecidas, demarcadas e homologadas. E, assim, não estaríamos assistindo aos constantes conflitos e mortes de indígenas.
A PEC 171/1993, que propõe a redução da maioridade penal para 16 anos, já aprovada pela Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça da Câmara, também é um equívoco que precisa ser desfeito. A redução da maioridade penal não é solução para a violência que grassa no Brasil e reforça a política de encarceramento num país que já tem a quarta população carcerária do mundo. Investir em educação de qualidade e em políticas públicas para a juventude e para a família é meio eficaz para preservar os adolescentes da delinquência e da violência.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor há 25 anos, responsabiliza o adolescente, a partir dos 12 anos, por qualquer ato contra a lei, aplicando-lhe as medidas socioeducativas. Não procede, portanto, a alegada impunidade para adolescentes infratores. Onde essas medidas são corretamente aplicadas, o índice de reincidência do adolescente infrator é muito baixo. Ao invés de aprovarem a redução da maioridade penal, os parlamentares deveriam criar mecanismos que responsabilizem os gestores por não aparelharem seu governo para a correta aplicação das medidas socioeducativas. 
O Projeto de Lei 3722/2012, que altera o Estatuto do Desarmamento, é outra matéria que vai na contramão da segurança e do combate à violência. A arma dá a falsa sensação de segurança e de proteção. Não podemos cair na ilusão de que, facilitando o acesso da população à posse de armas, combateremos a violência. A indústria das armas está a serviço de um vigoroso poder econômico que não pode ser alimentado à custa da vida das pessoas. Dizer não a esse poder econômico é dever ético dos responsáveis pela preservação do Estatuto do Desarmamento.
Muitas destas e de outras matérias que incidem diretamente na vida do povo têm, entre seus caminhos de solução, uma Reforma Política que atinja as entranhas do sistema político brasileiro. Apartidária, a proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual a CNBB é signatária, se coloca nessa direção.
Urge, além disso, resgatar a ética pública que diz respeito “à responsabilização do cidadão, dos grupos ou instituições da sociedade pelo bem comum” (CNBB – Doc. 50, n. 129). Para tanto, “como pastores, reafirmamos ‘Cristo, medida de nossa conduta moral’ e sentido pleno de nossa vida” (Doc. 50 da CNBB, Anexo – p. 30).
Que o povo brasileiro, neste Ano da Paz e sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, supere esse momento difícil e persevere no caminho da justiça e da paz.

Aparecida, 21 de abril de 2015.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br/eventos-1/assembleia-geral-1/16376-cnbb-divulga-nota-sobre-o-momento-nacional

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas” (João 10, 11).

Jesus é o único Pastor a conduzir o rebanho à vida plena. O Bom Pastor Jesus é o nosso referencial para que sejamos bons padres, bons pais, boas mães, bons profissionais e bons em tudo o que fazemos!
Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas” (João 10, 11). 

 

Neste quarto Domingo da Páscoa, nós queremos contemplar Cristo, o Bom Pastor. A primeira coisa necessária para isso é assumir esta verdade: Jesus não é um Pastor apenas, mas é o Bom Pastor! Assim como há o bom médico, o bom padre, a boa mãe, o bom pai, há aquele pastor que é bom. Bom no que faz, bom no que é e qualificado naquilo que exerce; não é simplesmente “bom” de bondade, porque faz coisas boas aqui e ali. Bom porque é bom mesmo, bom porque é eficiente e eficaz naquilo que realiza, bom porque é capaz de fazer tudo para além de suas capacidades. Assim é o nosso Bom Pastor, Jesus!
E onde é que está o lado bom que nós contemplamos em Jesus? A primeira coisa: Ele dá a vida por Suas ovelhas, é capaz de morrer por elas. O Senhor não cuida das ovelhas de qualquer jeito, de qualquer maneira, com desprezo e com desdém. Ele não se sente apenas o Senhor daquele rebanho, mas Ele é o Pai, é o Pastor dele! É Aquele que pastoreia e cuida com ternura, amor e dedicação de Suas ovelhas. E se alegra quando Suas ovelhas se alegram, chora quando Suas ovelhas choram e o Seu coração fica inquieto quando uma de Suas ovelhas se perde.
O Bom Pastor Jesus é um referencial para todos nós; precisamos ser bons padres, precisamos que os pais sejam bons pais, que as mães sejam boas mães, que você seja bom naquilo que faz e que você não faça do seu ofício apenas um ofício, algo no qual você está ali porque as circunstâncias o colocaram ali.
É triste saber que um médico é médico porque estudou para fazer medicina, mas não é um bom médico e não dá a vida para salvar seus pacientes, aqueles que estão sob sua responsabilidade. Assim como é ruim saber que um pai é pai porque engravidou a esposa e os filhos vieram, mas não é um pai que dá o melhor de si, nem a própria vida por causa dos seus filhos.
O Bom Pastor deseja que sejamos bons naquilo que fazemos ou exercemos nesta vida! O contrário de bom não é ser ruim, é ser medíocre. Nós não podemos ser medíocres naquilo que é a nossa responsabilidade na vida! Pelo contrário, precisamos ser bons de verdade, bons por inteiro e dar o melhor de nós naquilo que realizamos!
Nós hoje queremos aprender com Jesus, que, no Seu gesto de ser o Bom Pastor, é capaz de agregar e de unir as ovelhas, até mesmo as que estão dispersas, porque Ele não se contenta só com aquelas que estão junto d’Ele, mas vai atrás das que estão perdidas para uni-las e agregá-las.
Nós queremos tomar um ânimo novo, uma coragem nova e uma disposição nova para assumir aquilo que são nossas responsabilidades e os nossos compromissos com a vida para que não esmoreçamos, para que não desanimemos nem caiamos na mediocridade, pois precisamos ser bons como Nosso Senhor é bom sendo o Nosso Pastor!
Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

Fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/jesus-e-o-unico-pastor-a-conduzir-o-rebanho-a-vida-plena/





domingo, 12 de abril de 2015

Papa diz que a Divina Misericórdia supera todo limite humano

Após a Santa Missa, o Papa Francisco rezou o Regina Coeli, que foi inspirado na liturgia deste Domingo da Misericórdia
Da redação, com Rádio Vaticano
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O Papa Francisco falou do mistério pascal manifestado em plenitude na amabilidade de Jesus / Foto: Arquivo
Após a Missa deste domingo, 12, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento Pontifício para rezar, com os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro, a oração mariana do Regina Coeli.
Inspirado na liturgia deste Domingo da Misericórdia, o Santo Padre falou do mistério pascal manifestado em plenitude na amabilidade de Jesus, que indo de encontro à incredulidade de Tomé, mostra-lhe suas chagas, sinais de sua paixão, para que possa chegar à plenitude da fé pascal.
“Tomé é alguém que não se contenta e busca, pretende verificar pessoalmente, ter uma experiência pessoal própria. Após as iniciais resistências e inquietudes, por fim também ele passa a acreditar, mesmo avançando com cansaço. Jesus o espera pacientemente e se oferece às dificuldades e inseguranças do último a chegar”.
O Senhor proclama “Bem-aventurados” aqueles que acreditam sem ver e a primeira é Maria, recordou o Papa, observando que Jesus também vai ao encontro à exigência do discípulo incrédulo. “Coloque aqui o teu dedo e olha as minhas mãos”.
“Ao contato salvífico com as chagas do Ressuscitado, Tomé manifesta as próprias feridas, as próprias lacerações, a própria humilhação. No sinal dos pregos encontra a prova decisiva de que era amado, esperado, entendido. Encontra-se diante de um Messias pleno de doçura, de misericórdia, de ternura. Era ele o Senhor que buscava nas profundidades secretas do próprio ser, pois sempre soube que era assim”.
O Papa disse que ao ter este contato pessoal com a amabilidade e a misericordiosa paciência de Deus, Tomé compreende o significado profundo da sua ressurreição e, intimamente transformado, declara a sua fé plena e total Nele, exclamando: “Meu Senhor e meu Deus!”.
Tomé pode tocar o Mistério pascal que manifesta plenamente o amor salvífico de Deus, rico em misericórdia.
Este II domingo de Páscoa, disse o Papa Francisco, convida todos a contemplar nas chagas do Ressuscitado a Divina Misericórdia, que supera todo limite humano e resplandece sobre a obscuridade do mal e do pecado.
“Um tempo intenso e prolongado para acolher as imensas riquezas do amor misericordioso de Deus. Será o próximo Jubileu Extraordinário da Misericórdia, cuja Bula de convocação promulguei na tarde de ontem na Basílica de São Pedro. “Misericordiae Vultus”, o Rosto da Misericórdia é Jesus Cristo. Tenhamos o olhar voltado para Ele. E que a Virgem Mãe nos ajude a sermos misericordiosos com os outros como Jesus é conosco”.
Após saudar os diversos grupos de peregrinos presentes na Praça, o Santo Padre dirigiu suas cordiais felicitações aos fiéis das Igrejas do Oriente que, segundo seu calendário, celebram neste domingo, 12, a Santa Páscoa e aos armênios vindos para participar da celebração na Basílica Vaticana.
O Pontífice também agradeceu e retribuiu as mensagens de Páscoa chegadas de todo o mundo nas últimas semanas, manifestando a todos afeto e proximidade, reiterando seu pedido de que continuem a rezar por ele.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-diz-que-a-divina-misericordia-supera-todo-limite-humano/

Domingo de Páscoa



O Domingo de Páscoa (5) é a celebração da vitória da vida sobre a morte. De origem hebraica, a palavra “Páscoa” significa “passagem” e se referia a uma comemoração dos judeus do Antigo Testamento. Eles lembravam a passagem do Mar Vermelho, muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo.
Jesus também festejava a Páscoa, como é lembrado na Quinta-Feira Santa com a Última Ceia com os discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias depois, num domingo, após a Páscoa judaica. Domingo é o dia mais importante não só da Semana Santa, mas também do ano litúrgico católico. É celebrada a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Ele vence as forças do mal e proclama a força do bem.
Neste dia, na Matriz de São José (Una/BA) foi celebrada a missa festiva às 19horas. Se o Sábado Santo é meditativo, o Domingo de Páscoa é o dia das aleluias de alegria. Lembramos a eucaristia, Jesus vivo e presente entre nós no pão e vinhos consagrados. Na oportunidade o Padre Gilvan Batizou uma jovem do grupo de jovens da paróquia.